Psicanálise e Espiritualidade
Olá, sou Paula Teshima, Psicanalista, Psicoterapeuta Holística e Escritora. Ofereço um caminho de autodescoberta e transformação, integrando Psicanálise e Espiritualidade em uma abordagem holística e sem cunho religioso. Meu intuito é ajudar cada pessoa a acessar a raiz de seus conflitos, despertar sua Consciência e se reconectar com sua Essência Divina. Neste site, você encontrará artigos, vídeos, terapias, meditações e cursos para ajudar na sua evolução espiritual.

formações:
✓ Psicanalista e Psicoterapeuta Holística pela ABRATH
✓ Psicanalista e Psicoterapeuta Holística pela ABRATH
✓ Formação em Psicanálise & Espiritualidade pelo Espaço Humanidade
✓ Especialista em Neuropsicanálise Clínica pela ABEN
✓ Membro da Associação Brasileira de Estudos em Neuropsicanálise
✓ Formação Internacional em Soul Retrieval, Lightworker e Trauma Healing Practitioner
✓ Especialização em Terapia Pet Integrativa – Espiritualidade dos Animais, Comunicação Intuitiva, Luto Animal, Cristais, Reiki, Cromoterapia, Resgate da Alma
✓ Possui mais de 10 mil horas de participação em cursos de formação e capacitação nas áreas de desenvolvimento humano, psicanálise, terapias holísticas e espiritualidade
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Enquanto os Sonhos Não Chegam
Às vezes eu sinto que existe uma distância silenciosa entre a vida que temos e a vida que imaginamos. E, quase sempre, tentamos atravessar essa distância correndo. Planejando mais. Controlando mais. Cobrando mais de nós mesmos. Mas nem sempre é assim que as coisas florescem. Eu tenho percebido que alguns sonhos parecem se aproximar quando paramos de viver apenas para alcançá-los. Quando voltamos a habitar o presente. Quando encontramos pequenos motivos para sorrir durante um dia comum. Quando aprendemos a enxergar valor naquilo que já existe. Não porque a gratidão seja uma fórmula mágica. Mas porque um coração constantemente em guerra dificilmente consegue perceber as oportunidades que surgem ao redor. Tem horas que a insatisfação ocupa tanto espaço que nada parece suficiente. A conquista perde…
Quando Olhar Para Dentro Parece Piorar Tudo
Eu tenho percebido que existe um momento curioso em qualquer processo de autoconhecimento. É quando a gente sente que está tentando melhorar, mas tudo parece mais difícil. Mais confuso. Mais intenso. Como se a vida tivesse decidido apertar exatamente onde já doía. E isso costuma assustar. Porque a expectativa muitas vezes é outra. A gente imagina que buscar mais consciência vai trazer paz imediata. Clareza. Leveza. Mas nem sempre é assim. Às vezes acontece justamente o contrário. O que estava escondido começa a aparecer. Sentimentos antigos voltam à superfície. Medos que pareciam superados reaparecem. Lembranças esquecidas pedem espaço. E aquilo que estava silencioso dentro de nós começa a falar mais alto. Durante muito tempo eu achei que isso significava estar piorando. Hoje penso diferente. Talvez…
Quando o Perdão Ainda Parece Distante
Tem horas que eu me pergunto se uma das coisas mais difíceis da vida não é continuar com o coração aberto depois de ter sido ferido. Porque algumas dores deixam marcas profundas. Palavras machucam. Ausências machucam. Rejeições machucam. E existem situações que permanecem dentro da gente muito depois de terem acontecido. Durante muito tempo, é natural enxergar apenas o que foi perdido. A injustiça. A mágoa. O sofrimento. E talvez isso faça parte do processo. Nem toda ferida cicatriza no mesmo tempo. Nem toda dor aceita ser compreendida imediatamente. Mas eu tenho percebido que existe um momento em que algo começa a mudar. Não porque esquecemos o que aconteceu. Nem porque aquilo deixou de doer. Mas porque começamos a enxergar que as pessoas também carregam…
Aquilo Que Cultivamos Por Dentro
Às vezes eu sinto que passamos muito tempo tentando mudar a vida sem perceber que estamos sempre carregando a nós mesmos para onde vamos. Mudamos de cidade. Mudamos de trabalho. Mudamos de rotina. Mas algumas sensações continuam nos acompanhando. Como se existisse algo dentro de nós pedindo atenção. Eu tenho percebido que existem períodos em que tudo parece pesado. Os pensamentos. As preocupações. As expectativas. Nesses momentos, até os sonhos parecem distantes. Não porque deixaram de existir. Mas porque estamos tão ocupados sobrevivendo aos dias que quase não sobra espaço para imaginá-los. Talvez seja por isso que tantas transformações comecem de forma silenciosa. Antes de acontecerem do lado de fora, elas acontecem dentro. Na maneira como nos tratamos. Na forma como encaramos os próprios erros….
O Que Existe Por Trás da Negatividade
Às vezes eu tenho a sensação de que algumas pessoas carregam tempestades dentro de si. E talvez seja por isso que a paz as incomode tanto. Não porque elas gostem de sofrer. Mas porque se acostumaram ao barulho. Ao conflito. À tensão constante. Quando passamos muito tempo vivendo em determinados estados emocionais, eles acabam se tornando familiares. Mesmo quando nos fazem mal. É estranho pensar nisso. Mas o familiar nem sempre é confortável. Às vezes é apenas conhecido. Por isso existem pessoas que parecem desconfiar da calma. Que se sentem inquietas quando tudo está bem. Que criam problemas onde não existem. Como se a tranquilidade fosse um idioma que ainda não aprenderam a falar. Eu tava pensando que, muitas vezes, aquilo que chamamos de negatividade…
O Que Ainda Nos Prende ao Outro
Às vezes eu me pergunto por que algumas pessoas vão embora da nossa vida, mas continuam ocupando espaço dentro de nós. Os dias passam. As conversas terminam. Os caminhos se separam. E, ainda assim, alguma coisa parece permanecer. Como um fio invisível que insiste em não se romper. Durante muito tempo achei que isso tivesse a ver apenas com amor. Hoje não tenho tanta certeza. Talvez algumas conexões permaneçam porque existem sentimentos que ainda não encontraram descanso. Mágoas que não foram compreendidas. Palavras que nunca foram ditas. Feridas que continuam pedindo atenção. Quando uma relação termina em meio a conflitos, é comum levarmos o outro conosco sem perceber. Nos pensamentos repetitivos. Nas conversas imaginárias. Nas perguntas sem resposta. Na tentativa silenciosa de entender o que…






