Fugimos da presença porque muitas atividades do dia a dia parecem monótonas, chatas, “inferiores”. Então a mente oferece escapatória: “Enquanto você faz isso aqui (que é chato), eu vou te entreter com pensamentos sobre coisas mais interessantes.” Parece útil, mas é fragmentação. Você vive metade aqui, metade em lugar nenhum. Nunca completo em nada.